Muito além da moda

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“A moda não é algo presente apenas nas roupas, tem a ver com ideias, o que está acontecendo, com o mundo” dizia Gabrielle Bonheur Chanel, mais conhecida como Coco Chanel.

O futuro na moda é um assunto antigo, mas foi na década de 60, que tomou maior dimensão, principalmente com a chegada do homem à lua e o lançamento do desenho Os Jetsons, crescia o interesse de como seria o estilo da sociedade quando morássemos em cidades ultratecnológicas.

De trajes minimalistas de Star Wars da década de 60, aos modelos rasgados de Mad Max, com volumes desproporcionais, passando por Alexander McQueen e outros estilistas inovadores, que incentivaram a utilização da moda incorporada com a tecnologia, possibilitando a diferenciação e modernização das empresas e dos consumidores.

De origem australiana, a fabricação de tecidos inteligentes que bloqueiam raios UV foi desenvolvida nos anos 90, como método para reduzir a alta incidência de melanoma, um tipo de câncer.

Atualmente, existem camisetas que detectam Wi-Fi nas quais ondas se iluminam de acordo com a frequência de redes padronizadas pelo Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE). Estas camisetas ajudariam a encontrar pontos de rede sem expor um dispositivo móvel, por exemplo. Assim como a Jaqueta Solar, que utiliza a luz solar para carregar baterias, como bateria de um celular por meio de um painel acoplado na roupa, evitando a necessidade de cargas extras.

Imagine também caminhar em uma loja, encontrar algo que agrade, passar o smartphone sobre a tag e logo em seguida receber um lookbook de ideias de como o item pode ser usado ou combinado. Ter mais informações sobre os materiais utilizados, as instruções de cuidados ou os detalhes de qualquer promoção e, para melhorar, você poderá pagar via transferência bancária. Tudo isso é possível com a ajuda de Near Field Communication (NFC).

Neste cenário, uma empresa de tecnologia desenvolveu um novo tecido que transmite imagens por meio de luzes de led e transforma a estampa da peça em um monitor. Este assunto está tão em alta que o Museu do Amanhã, situado na cidade do Rio de Janeiro, está com uma exposição chamada Interface Interlace, que vai até dia 15 de novembro de 2017, a qual mostra que o mundo de tecnologias vestíveis (wearables) está cada vez mais próximo. E propõe uma reflexão sobre o papel da moda, pensando em soluções para os problemas atuais, ou seja, exercer função além de comunicação, expressar personalidade, ter outras funcionalidades.

Tendo em vista um mundo tão interligado e conectado com questões com tecnológicas a moda não é uma exceção. Há uma intensa preocupação com a inovação, principalmente, no tange a sustentabilidade.

Abundância: Um olhar otimista sobre o futuro

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Muito se fala ultimamente sobre o futuro e como será, principalmente, por conta da evolução tecnológica que estamos acompanhando. E isso é um fato, hoje estamos mais próximos de resolver os grandes problemas da humanida do que nunca.

Sei que é difícil de acreditar, por isso, te convido a ler o livro “Abundância: o futuro é melhor do que você imagina”, de Peter H. Diamandis e Steven Kotler.

Peter H. Diamandis é um dos fundadores da Singulary University uma universidade que funciona dentro da NASA Ames Reserach Center no Vale do Silício. Um universidade com foco em empreendedorismo de alto impacto. Vale a pena uma pesquisada à respeito na web e participar do processo seletivo – uma experiência única.

Voltando ao livro e sem dar muitos spoilers, nele os autores afirmam que por volta do ano 2040 os padrões básicos de vida irão sofrer uma transformação radical, viveremos um momento no qual seremos capazes de fornecer bens e serviços de alto nível a praticamente toda e qualquer pessoa do planeta.

Sei que é difícil de acreditar, principalmente, com a quantidade de informações negativas que a imprensa veicula, mas, sabemos também que os veículos de comunicação sai assim, focam em desgraças que vendem mais, infelizmente.

No entanto, um dos fatores que faz com que não tenhamos essa certeza sobre o futuro envolve a nossa mente, já que ela trabalha de forma sempre linear, ao passo que a tecnologia cresce de maneira exponencial, por isso, surge nossa dificuldade em imaginar um futuro tão abundante.

Pensando nisso, relembramos aqui dois textos publicados anteriormente neste mesmo blog. “O amanhã hoje” e “O futuro e os Jetsons”, que entre as temáticas fazem paralelo com o que pode ser a nossa vida em anos e como a tecnologia já nos transformou como sociedade e como ela ainda pode nos transformar. Para reforçar esta linha de pensamento e o que podemos esperar e desejar para o nosso futuro, recomendo fortemente a leitura de livro “Abundância: o futuro é melhor do que você imagina”, que nos dá uma percepção mais otimista do futuro e a possibilidade de vivermos ele de forma abundante, reforçando-o como a realização de um sonho.

Redes sociais: por que elas precisam se transformar?

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Seria muito difícil imaginar o século XXI sem a presença das redes sociais. É senso comum o quão importante é o papel que elas desempenham na vida do ser humano no mundo de hoje. Pessoas e marcas que não estão presentes nelas são praticamente excluídas da sociedade. Elas diminuíram distâncias, facilitaram comunicações e deixaram nossas vidas mais públicas, criando necessidades que até então não conhecíamos.

A premissa da era em que vivemos é a efemeridade. E com as redes sociais, isso não se mostra muito diferente. Na mesma velocidade em que uma nova plataforma surge, com funcionalidades mais atraentes e interessantes, outra cai em desuso, sendo esquecida facilmente. E tudo isso ocorre com tanta rapidez que muitos usuários não acompanham essas transições.

Os motivos que tornam a rede social desinteressante para o público são inúmeros. O primeiro e mais corriqueiro é o excesso de anúncios que ela pode apresentar. É inegável que há a necessidade da venda de espaços publicitários para que estas se mantenham e gerarem lucro. Mas, mesmo que estes publi-editoriais sejam direcionados de acordo com os gostos do usuário, a onipresença deles provoca a insatisfação no usuário.

Outro ponto importante diz respeito ao tipo de mensagem transmitida nessas redes. A partir do momento em que elas rastreiam todo o perfil do usuário, o feed de notícias do mesmo se torna pura repetição do pensamento do usuário. Por exemplo, um aficionado por tecnologia e tendências do universo de TI&C vê seu feed coberto por assuntos semelhantes, sempre compartilhando o mesmo ponto de vista. Isso diminui a discussão entre temas, contribuindo para que verdades absolutas se tornem constantes.

Por fim, podemos apontar também como fator para a decadência de uma rede social a queda da inovação. As plataformas, para estarem em destaque, têm que sempre que se renovar com objetivo de gerar, cada vez mais, interesse, curiosidade e, consequentemente, engajamento. As redes que não fazem isso, são logo substituídas por aquelas que trazem sempre uma novidade aos seus usuários.

Em aproximadamente 13 anos de redes sociais ativas, já vimos o surgimento de uma série de exemplos que, de ultrarrevolucionárias, se tornaram algo comum em nosso dia-a-dia, caindo no ostracismo algum tempo depois. Para se manterem ativas e eficazes, evidencia-se a necessidade da consciência sobre a quantidade de anúncio dispostos. A inovação se torna também muito importante, sempre instigando o usuário a destrinchar a ferramenta ao seu máximo.

E os aplicativos?

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A partir do surgimento dos smartphones e da popularização dos mesmos entre as mais diversas camadas da sociedade, outro fenômeno se destacou: os aplicativos para mobile. Seja para solicitar um táxi, pedir comida ou conhecer a sua cara metade, os apps se tornaram parte fundamental de nossas vidas, estreitando as distâncias e otimizando o tempo. Neste sentido, pesquisas apontam que o tempo desprendido pelos usuários representa a maior fatia do total gasto na vida digital de cada indivíduo da audiência.

O uso desmedido, no entanto, tende a diminuir, uma vez que, na mesma medida que a oferta de aplicativos aumenta, a memória dos aparelhos telefônicos diminui, sendo, em sua maioria, esgotadas por fotos e vídeos.

Para atender melhor às necessidades do dia a dia e liberar mais espaço nos devices, dando maior autonomia para os aplicativos de uso diário, entre eles: redes sociais, mensagens instantâneas e, claro, as novidades e febres de cada momento, a tendência é que o usuário apague os apps desinteressantes ou ineficazes.

Hoje, para cada atividade, cotidiana ou não, existe um aplicativo que facilite o processo. Porém, muitas vezes, o engajamento dentro dele é tão baixo que o uso se torna dispensável. Podemos tomar como exemplo os aplicativos de compras de ingressos. A não ser que o usuário seja um cinéfilo ou aficionado por espetáculos,  uso deste tipo de aplicação é bastante esporádico. Portanto, ele não hesitará em apagá-lo quando precisar de espaço e memória no telefone.

Por mais que o custo de desenvolvimento e manutenção de aplicativos possam ser baratos, toda empresa quer que os apps desenvolvidos tenham retorno, seja ele financeiro ou  como valor de marca. Para isso, é necessário criar ferramentas que, muito além de serem facilitadoras de processos, sejam interessantes e instigantes para o público, fazendo sentido para ser utilizada e, portanto, para ocupar um espaço no smartphone do usuário.

CARROS AUTÔNOMOS, FUTURO PRÓXIMO

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Já imaginou um futuro sem acidentes de trânsito? Os carros autônomos são aqueles que se movimentam sem a necessidade de um motorista e estão se tornando uma alternativa para evitar que problemas, como os acidentes, ocorram nas vias.

 Estes modelos em desenvolvimento, que podemos chamar de “automóveis do futuro”, são guiados por computadores que interpretam dados fornecidos por radares, sensores e satélites, a fim de prever o que acontece no trânsito, prevenindo acidentes, otimizando rotas e facilitando a vida do condutor.

Atualmente, não existe nenhum carro totalmente autônomo. Algumas empresas automobilísticas e de tecnologia estão desenvolvendo veículos com funcionalidades autônomas, porém, o grande sonho e desejo dos desenvolvedores é alcançar um exemplar que não precise da figura de um motorista.

Apesar de este feito ainda não ter sido atingido, as companhias envolvidas nos estudos e desenvolvimento dos carros autônomos caminham em direção à esta tecnologia aprimorando técnicas que aumentam a independência dos veículos em relação aos condutores. Empresas americanas estão trabalhando em uma série de possibilidades para que a automatização seja completa. A primeira funcionalidade desenvolvida foi a direção automática, que auxilia o motorista humano com a direção dentro de uma pista e permite com que o veículo se mova com velocidades de até 80 milhas por hora.

A segunda conquista do setor foi a mudança automática de faixa, que ajuda o motorista, movendo o carro a uma pista adjacente quando o sinal de mudança de direção é ativado e quando é seguro fazê-lo. Os sensores do veículo são preparados para assegurar que a pista esteja livre de tráfego antes que ele o carro em questão se mova. O software avisa os condutores, por meio de uma vibração no volante, quando o veículo entende que a mudança de pista é necessária e possível.

Por fim, foram desenvolvidos os sensores que permitem com que computadores analisem as condições das vias. A conexão do dispositivo com um GPS minimiza também as questões de tráfego intenso. A intenção das companhias é reduzir o número de acidentes de trânsito, na medida em que controlam, além da velocidade, a falta de atenção humana.

As tecnologias que permitem com que os veículos se tornem cada vez mais autônomos têm evoluído muito durante os últimos tempos. Além de menor risco de acidentes, elas proporcionam  mais conforto ao condutor, que precisa exercer menor esforço físico, podendo, no futuro, utilizar o tempo de deslocamento para outra função, como, por exemplo, descansar ou trabalhar. Porém, mesmo com o interesse das empresas por custos menores para o desenvolvimento destas tecnologias que envolvem o setor automobilístico, este, certamente, não será um produto popular. O que nos resta é aguardar as novidades e aceitar que o futuro está chegando.

O papel do CIO do futuro: como aprimorar o desenvolvimento do negócio

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É senso comum saber que o objetivo e cerne de trabalho de todo CFO é reduzir os custos do negócio em questão, aumentando a produção e, claro, vender mais. Neste sentido, investir em novas tecnologias que otimizam processos e produções é de extremo interesse dos responsáveis financeiros das empresas.

Para cumprir seu objetivo dentro das organizações, a preocupação latente do CFO é aplicar recursos em inovações técnicas úteis que não esvaziem os cofres das companhias e que surtam os resultados esperados, sem afetar o ecossistema financeiro e sem apresentar queda no poder aquisitivo da companhia.

Sendo assim, é importante que exista sinergia entre as ações dos CFOs e do CIOs das empresas. Neste panorama, o responsável pela área de TI dentro da organização precisa, cada vez mais, ficar encarregado de avaliar as modificações técnicas, entendendo se estas são viáveis financeiramente e se elas trarão os retornos econômicos esperados.

Portanto, é responsabilidade deste colaborador, que está em posição estratégica dentro da empresa,  ter em mente as tendências de tecnologia em que a companhia está inserida, a fim de fazer uma análise mais correta e assertiva de cada uma das possibilidades. Tendo como base esta diretriz, os CFOs devem ser comunicados de todas as decisões do ambiente tecnológico, levando em consideração as tendências de mercado, para que possam tomar decisões direcionadas. Dentro deste panorama de evolução tecnológica, pesquisas afirmam que os CIOs terão cada vez mais poder nas decisões financeiras das empresas, na medida em que eles serão os responsáveis por mensurar o retorno do investimento de uma nova técnica, entendendo se este é ou não válido em determinado momento. Muito além disso, entende-se hoje que as equipes terão que ser cada vez mais multifacetadas e interligadas para levar as empresas ao objetivo final, diante da orientação pré-estabelecida para o crescimento e evolução dos objetivos estabelecidos pela alta administração responsável.

A VIRTUALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO E OS BENEFÍCIOS GERADOS

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*Fonte Canal Westcon

O grande  desafio da virtualização na área da educação é o aprimoramento do estudo à distância, que hoje faz parte de um paradigma convencional do processo de estruturação no mundo contemporâneo. Como se trata de um movimento recente, as justificativas teóricas atuais não são suficientes para mudar a mente dos tradicionalistas. Seguindo o mesmo movimento, a prática das atividades educacionais está mudando e convencendo não só acadêmicos, mas, principalmente, estudantes.

Diante desta nova percepção da educação no mundo moderno, também devemos levar em consideração o investimento necessário com tecnologia para, entre outras ações, conectar salas, secretárias, professores, orientadores e alunos em um só ciclo.

Sistemicamente, este é um processo razoavelmente fácil. Simplificando, trata-se de um sistema dentro do outro. É possível abrir uma distribuição do Linux no Windows e rodá-lo como um software, ou instalar um aplicativo de Windows, como por exemplo o Photoshop, dentro do Linux, ou até mesmo atrelado à outras plataformas virtuais. Devido essa “facilidade”, se tornou possível planejar e ter acesso às salas interativas online, que levam em consideração o quesito mobilidade, e que permitem o controle de presença e acompanhamento de aulas com um custo praticável.

Um bom exemplo de um case de sucesso envolvendo o ensino virtualizado é a Educação a Distância (EAD), um mercado em ascensão, com grandes oportunidades para ser desbravado. Tudo isso porque entende—se que estar antenado às novas tecnologias é o motor propulsor para o crescimento e disseminação das novas culturas e a questão tempo, cada vez mais está ligado a um valor imensurável.

O uso da virtualização tanto no setor de educação, como em todos os outros, tem prós e contras. Ter acesso à conteúdos mais dinâmicos, interativos e que levam até mais entretenimento compõe os itens positivos da modalidade. No entanto,  é preciso ficar atento, esta dinâmica moderna pede maior atenção e monitoramento por parte dos educadores, já que a internet proporciona infinitas possibilidades e proporciona enorme fascínio nos alunos. Os professores também são ponto focal, eles precisam estar extremamente atualizados, criativamente e dentro dos segmentos tecnológicos para atenderem os alunos que, cada vez mais se antecipam às tendências. Importante reforçar que os educadores são e continuarão sendo os maiores facilitadores neste processo de adaptação ao uso da tecnologia em favor da educação, isso porque eles são os detentores de todos os conceitos e conhecimentos que envolvem o setor.

A MULHER NA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

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A carreira de desenvolvedor de softwares é a mais rápida da América Latina. Até 2019, prevê-se que haverá uma escassez de 450.000 profissionais de tecnologia da informação e que até 2025 a região precisará da experiência de 1.25 milhões de pessoas do ramo. Apesar da importância deste campo e do crescimento impressionante que está exibindo, as mulheres são ainda subaproveitadas.

Um relatório do Banco Interamericano de Desenvolvimento publicado em 2014 fala sobre este problema. Foi relatado que na América Latina, 60% dos diplomados de instituições de ensino de graduação eram mulheres, no entanto, em campos STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), essa porcentagem é reduzida para 36%. Existe uma dificuldade notável para envolver as mulheres no campo da tecnologia e obstáculos ainda maiores para ajudá-las a atingir posições de liderança. Os entraves que as mulheres enfrentam no mundo da TI não são diferentes do que enfrentam na vida cotidiana. A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe forneceu uma estimativa de que 40% das mulheres nesta área sofreram violência de gênero em algum momento de suas vidas. Esta discriminação está presente na maioria dos campos, mas é particularmente marcada neste segmento.

O futuro das mulheres na tecnologia, no entanto, acena para uma grande melhoria. Várias organizações estão se preocupando em alocar mulheres na indústria de TI e aproveitar esta base de talentos pouco apreciada. Elas estão trabalhando juntas para incentivar que pessoas do gênero feminino aprendam as habilidades necessárias para serem imprescindíveis em altos cargos de TI. A Laboratoria é uma empresa social que opera no Peru e no Chile oferecendo cursos de codificação para jovens de 18 a 35 anos. O programa tem uma taxa de colocação de 70% em relação a empregos de TI e já formou mais de 400 mulheres. A ThoughtWorks, cuja sede na América Latina está localizada no Brasil, é uma empresa especializada na produção de software inovadores e aplicações personalizadas. Esta empresa compartilha o desejo de ver as mulheres participarem mais ativamente do mundo de TI, ajudando a integrá-las na força de trabalho e colocando grande ênfase na diversidade dentro da organização. Entre 2010 e 2015, o número de mulheres que ocupam funções tecnológicas na empresa aumentou de 17% para 32%. O Diretor de Tecnologia também presta consultoria para várias organizações que querem se engajar no aumento da mulher em ambientes de TI.

Apesar da resistência que as mulheres têm sofrido no campo da tecnologia da informação, estão sendo tomadas medidas para aproveitar ao máximo os talentos e habilidades que elas possam contribuir para a força de trabalho. Muito progresso ainda precisa ser feito, mas diversas organizações estão preparando o caminho para isso.

SOFTWARES PIRATAS X SOFTWARES LICENCIADOS

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É impensável distanciar o mundo corporativo de hoje do uso de softwares. Seja para a administração de funcionários, vendas ou custos, elaboração de apresentações e até mesmo criação de layouts para comunicados, os programas estão cada vez mais intimamente conectados à vida do trabalhador moderno. Com a função de ajudá-los nas tarefas diárias, isso porque estas ferramentas otimizam o tempo do colaborador, aumentando a produtividade e a assertividade do trabalho desenvolvido.

Porém, de acordo com pesquisas recentes, a maior parte das companhias ainda utilizam softwares ilegais, os chamados “piratas”. O que muitos não sabem é que esse uso pode causar vários danos para os equipamentos, ocasionando perdas significativas para as empresas.

Utilizar softwares não licenciados expõe as empresas a um risco maior dentro do cenário de ataques cibernéticos. Como a versão “pirata” não é assegurada pela fabricante, ela pode transferir para os equipamentos diversos vírus e malwares, seja no momento da instalação ou na execução.

Nesta situação, com o parque tecnológico infectado, além da necessidade do alto despendimento de recursos financeiros para consertá-lo, há a diminuição da produtividade do trabalhador, bem como aumento do tempo de inatividade do mesmo. Isso não ocorre com as ferramentas licenciadas, que possuem garantia do fornecedor, também apresentam um suporte técnico capaz de responder, tanto questões de navegabilidade, quanto questões funcionais do produto.

Outro ponto que evidencia a superioridade da utilização do software licenciado é a impossibilidade de atualização da ferramenta com novas versões. A versão ilegal não permite com que o usuário faça download da versão mais recente. E, por fim, a ferramenta não autorizada foge com os direitos autorais e intelectuais, portanto, o acesso à mesma se configura como crime, podendo levar o usuário e a empresa que a utiliza para a cadeia.

Apesar do custo da ferramenta licenciada ser mais elevado, entendemos que ela possibilita uma série de economias para a empresa, poupando manutenção dos equipamentos e aumentando a produtividade do funcionário. Os produtos oficiais ganham benefícios com a evolução da tecnologia, principalmente, com a computação em nuvem, que permite com que usuários consigam acessar arquivos de diferentes devices. Mais uma vez, os softwares piratas devem ficar de fora…

O Futuro e “Os Jetsons”

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por Valerie Brosseau

No contexto do progresso altamente relevante que a tecnologia vem sofrendo, é fácil olhar para trás sobre o que anteriormente esperamos do futuro. Uma boa forma de comparação entre nossas expectativas e a realidade é a análise da cultura popular. Filmes, TV e literatura muitas vezes preveem ou sonham sobre o que o futuro irá trazer em termos de tecnologia. E, desta forma, podemos olhar para trás em mídias publicadas e criadas anos atrás para ver se cumprimos as previsões.

Uma escolha óbvia para este tipo de exercício é o desenho animado dos anos 1960 “Os Jetsons“. Este desenho divertido e atraente encontrou um lugar no coração das gerações e tornou-se uma maneira encantadora de pensar sobre o futuro e como ele seria. Criado por Hanna Barbera e exibido pela primeira vez em 23 de setembro de 1962, “Os Jetsons” tem agora 55 anos. O show foi concebido durante a era da Space Race, quando houve um forte impulso para ser o líder em capacidade de voo espacial. Isso é evidente nos avanços tecnológicos aparentemente exagerados que a família Jetson vive todos os dias.

Mas realmente esse mundo é tão exagerado assim? Podemos olhar para trás sobre as principais características da vida diária da família Jetsons e compará-las com o que está disponível hoje. Um exemplo disto é a personagem Rosie, a empregada robô da família. Os robôs disponíveis para nós hoje podem não ter tanta personalidade ao ponto de serem consideradas parte da família, mas eles existem. O robô Asimo da Honda é um bom exemplo, sendo o robô mais avançado até hoje. Ele é capaz de caminhar, falar e interagir com humanos. Há também hotéis no Japão e na Califórnia usando robôs como mordomos e operários. E, claro, um pouco mais mundano, mas bastante práticos, são robôs de limpeza como o Roomba.

Provavelmente a forma mais preditiva de tecnologia que ajuda os Jetsons em suas atividades diárias é o uso onipresente de telas e dispositivos de comunicação. Neste mundo, a conexão constante e instantânea que eles têm um com o outro por meio de dispositivos de comunicação é bastante parecida com a tecnologia que temos hoje. O desenho previu o Skype e o Facetime, com o uso onipresente da comunicação de vídeo em uma variedade de equipamentos diferentes. Nosso mundo móvel de informação e comunicação se assemelha a muitas maneiras pelas quais os Jetsons consomem informações. Relógios exibindo vídeos, tablets apresentando as últimas notícias; em 2017, isso certamente parece familiar. Poderíamos até dizer que superamos a previsão do desenho em termos de dispositivos móveis e de comunicação, que passaram a ser parte fundamental de nossas vidas.

Vários aspectos tecnológicos do desenho ainda não estão disponíveis para nós, como viagens espaciais para a lua e carros voadores. Porém, o que é mais notável sobre “Os Jetsons” é o uso mais rotineiro da tecnologia e quanto isso se assemelha muito aos nossos hábitos hoje.