Redes sociais: por que elas precisam se transformar?

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Seria muito difícil imaginar o século XXI sem a presença das redes sociais. É senso comum o quão importante é o papel que elas desempenham na vida do ser humano no mundo de hoje. Pessoas e marcas que não estão presentes nelas são praticamente excluídas da sociedade. Elas diminuíram distâncias, facilitaram comunicações e deixaram nossas vidas mais públicas, criando necessidades que até então não conhecíamos.

A premissa da era em que vivemos é a efemeridade. E com as redes sociais, isso não se mostra muito diferente. Na mesma velocidade em que uma nova plataforma surge, com funcionalidades mais atraentes e interessantes, outra cai em desuso, sendo esquecida facilmente. E tudo isso ocorre com tanta rapidez que muitos usuários não acompanham essas transições.

Os motivos que tornam a rede social desinteressante para o público são inúmeros. O primeiro e mais corriqueiro é o excesso de anúncios que ela pode apresentar. É inegável que há a necessidade da venda de espaços publicitários para que estas se mantenham e gerarem lucro. Mas, mesmo que estes publi-editoriais sejam direcionados de acordo com os gostos do usuário, a onipresença deles provoca a insatisfação no usuário.

Outro ponto importante diz respeito ao tipo de mensagem transmitida nessas redes. A partir do momento em que elas rastreiam todo o perfil do usuário, o feed de notícias do mesmo se torna pura repetição do pensamento do usuário. Por exemplo, um aficionado por tecnologia e tendências do universo de TI&C vê seu feed coberto por assuntos semelhantes, sempre compartilhando o mesmo ponto de vista. Isso diminui a discussão entre temas, contribuindo para que verdades absolutas se tornem constantes.

Por fim, podemos apontar também como fator para a decadência de uma rede social a queda da inovação. As plataformas, para estarem em destaque, têm que sempre que se renovar com objetivo de gerar, cada vez mais, interesse, curiosidade e, consequentemente, engajamento. As redes que não fazem isso, são logo substituídas por aquelas que trazem sempre uma novidade aos seus usuários.

Em aproximadamente 13 anos de redes sociais ativas, já vimos o surgimento de uma série de exemplos que, de ultrarrevolucionárias, se tornaram algo comum em nosso dia-a-dia, caindo no ostracismo algum tempo depois. Para se manterem ativas e eficazes, evidencia-se a necessidade da consciência sobre a quantidade de anúncio dispostos. A inovação se torna também muito importante, sempre instigando o usuário a destrinchar a ferramenta ao seu máximo.