E os aplicativos?

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A partir do surgimento dos smartphones e da popularização dos mesmos entre as mais diversas camadas da sociedade, outro fenômeno se destacou: os aplicativos para mobile. Seja para solicitar um táxi, pedir comida ou conhecer a sua cara metade, os apps se tornaram parte fundamental de nossas vidas, estreitando as distâncias e otimizando o tempo. Neste sentido, pesquisas apontam que o tempo desprendido pelos usuários representa a maior fatia do total gasto na vida digital de cada indivíduo da audiência.

O uso desmedido, no entanto, tende a diminuir, uma vez que, na mesma medida que a oferta de aplicativos aumenta, a memória dos aparelhos telefônicos diminui, sendo, em sua maioria, esgotadas por fotos e vídeos.

Para atender melhor às necessidades do dia a dia e liberar mais espaço nos devices, dando maior autonomia para os aplicativos de uso diário, entre eles: redes sociais, mensagens instantâneas e, claro, as novidades e febres de cada momento, a tendência é que o usuário apague os apps desinteressantes ou ineficazes.

Hoje, para cada atividade, cotidiana ou não, existe um aplicativo que facilite o processo. Porém, muitas vezes, o engajamento dentro dele é tão baixo que o uso se torna dispensável. Podemos tomar como exemplo os aplicativos de compras de ingressos. A não ser que o usuário seja um cinéfilo ou aficionado por espetáculos,  uso deste tipo de aplicação é bastante esporádico. Portanto, ele não hesitará em apagá-lo quando precisar de espaço e memória no telefone.

Por mais que o custo de desenvolvimento e manutenção de aplicativos possam ser baratos, toda empresa quer que os apps desenvolvidos tenham retorno, seja ele financeiro ou  como valor de marca. Para isso, é necessário criar ferramentas que, muito além de serem facilitadoras de processos, sejam interessantes e instigantes para o público, fazendo sentido para ser utilizada e, portanto, para ocupar um espaço no smartphone do usuário.